Prism Pattern
Blog | 23 de mar de 2018

Uma estrutura para o sucesso da RPA: Lições aprendidas em uma masterclass da Blue Prism

Por Vartul Mittal
Tempo de leitura: 6:35
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Como Blue Prismar um processo? Sim, essa expressão logo será bastante comum e tomará o lugar de "como usar a Digital Workforce da Blue Prism para implantar a automação de processos robóticos (RPA) a fim de automatizar o processo".

A reação rápida às oportunidades do mercado e a produção consistente de experiências de cliente encantadoras são essenciais para o sucesso neste mundo digital em rápida evolução. No entanto, muitas organizações estão presas a processos comerciais complexos e operações comerciais legadas que prejudicam sua agilidade.

A RPA é a aplicação de tecnologia que oferece às organizações uma Digital Workforce que segue processos comerciais baseados em regras e interage com os sistemas organizacionais da mesma forma que os funcionários humanos atuais.

Iniciei minha jornada na RPA em 2012, quando entreguei meu primeiro trabalho em um banco global, onde implantei com êxito a RPA para automatizar processos manuais em diversas operações bancárias voltadas aos clientes e de back-end.

Recentemente, tive a oportunidade de participar de uma masterclass da Blue Prism sobre o ROM®: "Como entregar RPA em grande escala", na quinta-feira, 1º de março de 2018. O evento coincidiu com um dos maiores festivais celebrados alegremente em toda a Índia (o festival de cores chamado HOLI) e teve lotação esgotada, com mais de 130 participantes no JW Marriot Hotel, em Bangalore.

O evento começou com os comentários de abertura e de boas-vindas de Neeraj Gakhar, vice-presidente de parceiras estratégicas globais e diretor de vendas da Blue Prism na Índia. Neeraj pediu desculpas por não ser possível acomodar as mais de 250 inscrições na lista de espera. Estavam presentes 145 pessoas.

Blue Prism Rom Master Class India 2

Além de Neeraj, da Blue Prism, participaram do evento Neil Wright, vice-presidente executivo de serviços profissionais; Richard Hilditch, arquiteto-chefe do modelo robótico operacional (ROM®); Bindi Basan, diretor de serviços profissionais do Pacífico Asiático e Shail Khiyara, Chief Marketing Officer e Experience Officer da Blue Prism®.

Após a sessão de Neeraj, o primeiro palestrante foi Neil Wright, que mencionou que a Blue Prism, além de "inventar" o ROM®, é uma organização que entregou vários projetos executando mais de mil robôs de software.

Em 2001, a Blue Prism foi fundada por Alastair Bathgate e David Moss. Desde então, tem sido pioneira na automação de processos robóticos (RPA).

Com base em mais de 10 anos de experiência com os clientes, a Blue Prism entregou RPA de nível empresarial em diversas regiões e mercados. Além de "inventora" da RPA, a empresa é reconhecida como líder de mercado.

O produto evoluiu continuamente para refletir as mais recente lições aprendidas, definindo o padrão de disponibilizar a RPA em grande escala em todo o mundo.

A Blue Prism conta com uma sólida rede de parceiros e um programa de treinamento intuitivo.

A Digital Workforce da Blue Prism, executada pela empresa, mas criada com governança e segurança de TI, permite que os funcionários se dediquem a tarefas de maior valor enquanto robôs de software autônomos e com múltiplas habilidades executam incansavelmente transações sem erros baseadas em regras

A tecnologia da Blue Prism elimina etapas de processamento dispendiosas e manuais, bem como integrações demoradas, oferecendo uma Digital Workforce expansível, precisa e segura.

Modelo robótico operacional (ROM®) da Blue Prism – Arquitetura e planejamento

Por que o ROM®?

Para entregar e maximizar benefícios comerciais em todo o empreendimento. O ROM® é uma estrutura e um modelo operacional com uma visão de criar uma Digital Workforce na organização.

ROM® – Entrega de automação

  • Identifique, quantifique e priorize processos para automação.
  • Equipe de operações configura seus próprios processos usando a disciplina de desenvolvimento de software
  • Introduza processos na produção logo no início do ciclo de vida de entrega
  • Evolução contínua (e não criar e executar)

ROM® – Principais desafios

  • Hoje, a maioria das pessoas não conhece seus processos tão bem quanto acredita.
  • O ambiente de teste é muito diferente do ambiente de produção

Centro de Excelência (CoE) com enfoque operacional – Abrange a infraestrutura de TI do empreendimento e prioriza:

  1. Visão
  2. Projeto organizacional
  3. Governança e canal
  4. Metodologia de entrega
  5. Modelo de serviço
  6. Pessoas
  7. Tecnologia

Modelo de maturidade da RPA

A maximização dos benefícios comerciais com a RPA exige a adoção cultural em toda a organização e o desenvolvimento das habilidades e dos procedimentos necessários para a Digital Workforce.

Três fases da adoção da RPA

  • Estabelecer capacidade
  • Industrializar – Replicar e acelerar
  • Institucionalizar – Entregar desempenho diferenciado

O evento do ROM® da Blue Prism destacou o sucesso de clientes importantes, como American Express, Cappco, Investo, Liberty Videocon General Insurance,
MetLife, Nokia, Northern Trust, Mashreq e Shell, que recebem suporte do ecossistema de parceiros da empresa.

Depois da sessão de Neil, o palestrante foi Ganesh Iyer, CEO de operações da Índia da Symphony Services, um Gold Partner da Blue Prism. A Symphony Services atua nas áreas de consultoria, implementação e serviços gerenciados.

Ganesh destacou que a Symphony segue a metodologia SAVO (simplificar, automatizar, virtualizar, orquestrar).

Ele descreveu a abordagem da criação do CoE da RPA seguindo um processo de 5 etapas:

  • Compreender escopo e visão
  • Modelo operacional
  • Funções e responsabilidades
  • Análise de lacunas
  • Mobilização e treinamento

Ganesh comentou as principais lições aprendidas pela Symphony nas implantações de RPA:

  • Selecionar o produto de RPA com a escala correta para o setor
  • Seguir uma abordagem estruturada, disciplinada e documentada
  • Contar com os recursos corretos (combinação de conhecimento comercial e tecnológico)
  • Ter o modelo de governança adequado para essa mudança
  • Começar aos poucos, verificar e aumentar a escala

Posteriormente, em outra sessão, Richard Hilditch, arquiteto-chefe do modelo robótico operacional (ROM®) da Blue Prism, falou sobre a criação de recursos de RPA. Richard enfatizou que a confiança leva ao sucesso e o sucesso leva ao crescimento.

Após a sessão de Richard, Vijay Shankar, parceiro da EY que atuou como palestrante externo no evento, falou sobre a EY como Platinum Partner da Blue Prism na área de capacidade e Gold Partner na área de serviços, com 400 robôs de software implantados para execução interna e 600 para execução externa em diversos clientes. Ele destacou que, antes de implantar e executar robôs de software no cliente, é preciso desenvolver conhecimento especializado interno, ou seja, "antes de ensinar, faça o que você ensina".

Três temas fundamentais para desenvolver um programa de RPA

  • Incorpore a cultura da automação na organização
  • Capacidade de entrega para grande escala
  • Tecnologia

Problemas comuns

  • Orientação tecnológica em vez de comercial
  • RPA é um martelo, não um prego
  • Errar a execução
  • Gerenciamento de mudanças

Vijay enfatizou que é fácil criar uma capacidade de entrega, mas é difícil implementá-la em toda a organização. As empresas precisam considerar como gerenciar os bots antes e depois da produção.

Ele comentou as seis dimensões do CoE da EY:

  • Definir estrutura e modelo operacional
  • Implementação/execução e operações
    1. Utilização de robôs de software
    2. BCP
  • Governança e emissão de relatórios
  • Gerenciamento de mudanças e comunicação
    1. CoE deve promover a adoção correta da cultura
  • Tecnologia e inovação
  • Capacitação e controles

Resumindo: procure o valor, planeje bem e aumente a escala

É melhor começar com um processo comercial, um êxito rápido e fácil de implementar. Nessa etapa, você precisa demonstrar que a RPA funciona e gera benefícios reais. Isso permitirá que os diretores incorporem a RPA, ajudará a organização a confiar e adotar a cultura do ROM para aumentar a escala das implantações dos bots e obter benefícios Blue Prismando os processos sem qualquer perda de eficiência.

Por Vartul Mittal

Vartul Mittal tem mais de 11 anos de sólida experiência de transformação comercial global em consultoria de gestão e centros internos globais (GICs), atuando para promover a compreensão e entregar globalmente soluções de estratégia comercial, operacional e tecnológica. Ele viveu e trabalhou em diversos países e culturas com partes interessadas seniores de clientes de diversos setores, como serviços financeiros, bens de grande consumo (FMCG) e varejo. Vartul trabalhou com organizações da Fortune 500 como Coca Cola India, Kotak Mahindra Bank, IBM, Royal Bank of Scotland, Standard Life Insurance, Citibank e Barclays. Além disso, ele é um palestrante renomado em tópicos como automação de processos robóticos, IA e inovação nas principais universidades e conferências internacionais.

Tags: POR QUE A BLUE PRISM

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