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Blog | 16 de mai de 2019

Criação da jornada do CoE da RPA: reorganização

Por Michael Marchuk
VP, Global Head of Advisory Programs
Tempo de leitura: 2:53
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As organizações procuram formas de aumentar eficiências, reduzir erros e fortalecer a segurança de dados e a privacidade usando a automação de processos robóticos (RPA). Desde que surgiu, há mais de 10 anos, essa tecnologia foi implementada em milhares de organizações em todo o mundo. No entanto, embora a promessa de grandes benefícios em eficiência tenha sido comprovada, documentada e relatada por diversas fontes, algumas organizações não obtêm os mesmos resultados. Nesta série de artigos, o objetivo é compreender os principais motivos pelos quais algumas empresas conseguem resultados, mas outras conseguem apenas retornos pouco significativos sobre os investimentos. Para aproveitar os recursos da plataforma da RPA, é importante considerar o elemento humano, a infraestrutura, o roteiro até o objetivo e a definição de êxito à medida que o programa avança.

Reorganização da empresa

As necessidades da organização mudam com o tempo. Algumas vezes, uma "reorganização" é necessária. Normalmente, isso significa que funcionários de uma área da empresa são deslocados entre estruturas de gerenciamento ou unidades de negócio para obter um novo equilíbrio de produtividade, foco, alinhamento de custos ou colaboração. Esses deslocamentos de funcionários podem ser traumáticos, particularmente se a reorganização é motivada por uma fusão com outra empresa. Cargos semelhantes são combinados entre as empresas. Muitas vezes, pessoas com as mesmas funções são dispensadas para eliminar redundâncias. No entanto, as reorganizações podem ser saudáveis para a organização e para os funcionários, desde que o alinhamento envolva as habilidades deles.

Mas nem todos os funcionários precisam ser humanos. Muitas organizações constatam que podem treinar novos operadores digitais para apoiar alguns dos processos manuais que evoluíram ao longo do tempo. Na maioria das organizações, existe um legado de sistemas que exigem que "arqueólogos de TI" costurem soluções ao longo do tempo usando software e pessoas para viabilizar a operação da empresa. Esses sistemas legados contêm a essência vital dos dados da organização. Os operadores digitais podem mover dados entre sistemas legados com rapidez e eficiência muito maiores que as das pessoas. Mas é só isso que os novos trabalhadores digitais podem fazer?

Compreender a comparação entre associados humanos e digitais

Os operadores humanos e digitais têm algumas semelhanças, mas também apresentam diferenças substanciais. Ambos são capazes de gerenciar um fluxo de trabalho transacional dentro da organização, mas apenas um conta com criatividade, intuição e a capacidade de expressar a inovação. Então, por que não há mais empresas aproveitando os pontos fortes dos funcionários com mais eficácia? Talvez o motivo seja a necessidade de reorganização para aproveitar os pontos fortes dos funcionários. Os operadores digitais estão se tornando mais capazes de se relacionar com humanos por meios sonoros e visuais. Os operadores digitais podem entender um idioma e interagir. No entanto, mesmo com essas capacidades, eles precisam ter humanos ao lado para pensar, definir estratégias, sentir empatia, projetar e criar.

Com a reorganização, as empresas alinham o trabalho ao tipo certo de funcionário respondendo à pergunta "Quem deve realizar este trabalho, um trabalhador humano ou um operador digital?". Essa perspectiva faz uma análise ampla dos processos em geral, bem como dos subprocessos e tarefas. Esse tipo de análise de uma organização pode resultar em revelações sobre como são os fluxos e a atribuição de tarefas na realidade. Essa não é uma atividade rápida. É preciso planejar para alcançar o impacto mais competitivo para a organização e a realização mais completa para os funcionários humanos beneficiados com as funções que são, em sua maior parte, exclusivamente humanas.


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