Blog | 24 de jul. de 2020

A importância da velocidade na era do "novo normal”

Upwards at speed thumb

A pandemia da COVID-19 já causou muito prejuízo para a economia, por exemplo no Reino Unido, já houve mais de 20% de queda no PIB em abril. Muitos especialistas acreditam que o pior ainda está por vir, no último trimestre do ano.

Mas com o afrouxamento das restrições à circulação e volta à ativa de várias atividades econômicas nas próximas semanas, líderes empresariais começam a pensar no futuro e nos planos para garantir um bom posicionamento no reinício das operações, gerando receitas e crescimento no novo mundo pós-COVID.

A questão é que planejar o futuro tornou-se uma tarefa muito mais difícil. Depois de absorver o choque sísmico dos últimos três meses, que resultou, em muitos casos, em perda de clientes, receitas e funcionários, os administradores precisam criar estratégias para o caminho à frente, com uma economia totalmente turbulenta e incerta.

A COVID-19 mudou nosso mundo radicalmente e não poderemos voltar ao que éramos. Por isso, praticamente todas as empresas do mundo estão reavaliando metas, valores e estratégias de mercado.

Nosso novo informativo, “Que vença a empresa mais rápida”, explora a importância da velocidade e da agilidade em resposta à COVID-19 e na economia do futuro, em, que nada é certo e tudo sempre muda.

Um estudo recente da Accenture descreve os próximos anos como “um período de recuperação econômica imprevisível e, possivelmente, discreta, com novas ameaças e oportunidades de competitividade. Muito provavelmente, a década do Nada Normal, uma nova era definida por mudanças aceleradas de normas culturais, valores e comportamentos sociais”.

A Nuvem contra a COVID-19

Em todos os setores, organizações precisaram adaptar-se e mudar rapidamente em face à pandemia, adotando estratégias totalmente digitais praticamente da noite para o dia. Projetos de transformação digital que levariam mais de um ano somente para chegar à fase de aprovação foram implementados em semanas. A mão de obra passou a trabalhar à distância imediatamente, pressionando fortemente as plataformas de tecnologia, a segurança, a gestão e a produtividade.

É claro que algumas empresas conseguiram mudar o curso muito mais rápido e absorveram a profundidade e a velocidade da mudança antes das outras. Organizações que já estavam caminhando para operações e modelagem de recursos ágeis acharam mais fácil adaptar-se às novas demandas. Já as que ainda estavam implementando infraestruturas fixas, arquiteturas restritas e sistemas de tecnologia herdados tiveram dificuldades.

A realidade é que a tecnologia tem desempenhado um papel tão fundamental durante a pandemia, em termos de oferta rápida de novos serviços, experiência do cliente e bem-estar e produtividade dos funcionários que estrearam o trabalho à distância, que a vantagem da computação em nuvem ficou mais clara do que nunca. Empresas que já trabalhavam com infraestrutura em nuvem, consumiam softwares como serviços, entregavam em nuvem, mudaram o curso, expandiram suas operações digitais e colocaram os funcionários para trabalhar de casa com muito mais facilidade do que as que ainda usavam sistemas internos de tecnologia.

Para muitas organizações, a computação em nuvem fez toda a diferença. Phil Jordan, diretor de informática da Sainsbury’s, por exemplo, declarou que “a tecnologia em nuvem foi fundamental para transferir os negócios do físico para o online durante as restrições impostas pela COVID-19”.

Velocidade e expansão são a regra

Há muitos anos que se fala de transformação digital, agilidade operacional e resiliência como objetivos estratégicos para as empresas. Agora, a COVID-19 transformou esses conceitos em imperativos urgentes e indispensáveis.

Muitos administradores precisaram tentar acelerar, agilizar e adaptar suas operações e forças de trabalho, inserindo processos, plataformas e estruturas adequadas praticamente sem tempo para pensar ou planejar. Simplesmente não havia opção.

Mas agora que as empresas estão saindo do modo de sobrevivência e começando a pensar no futuro, a reavaliar seus modelos operacionais e propostas de mercado, elas têm pouco tempo para repensar sua posição e operação no futuro. Muitas vão olhar para o que conquistaram sob imensa pressão e reconhecer a oportunidade de criar uma empresa mais ágil, dinâmica e resiliente daqui em diante.

Um relatório recente da KPMG argumentou que “Com o desvelar da nova realidade, as organizações precisarão continuar a criar uma estrutura digital com soluções em nuvem, conectividade em qualquer lugar, arquiteturas multinuvem híbridas e uma cadeia de fornecimento automatizada e segura com velocidade e flexibilidade para adaptar-se às mudanças bruscas nos negócios.”

Em uma economia incerta e frágil, a única certeza talvez seja que a adaptação constante em condições e demandas instáveis será simplesmente a regra. O ritmo dos negócios continuará acelerando e a velocidade de resposta de cada organização em caso de mudanças, riscos e oportunidades será cada vez mais importante.

Precisamos torcer para que a pandemia da COVID-19 seja um caso isolado neste século, mas a aceleração total dos negócios não deve ser vista como necessidade temporária. Conforme adentramos a Era do Nada Normal, velocidade e agilidade continuarão sendo cruciais para os negócios.

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