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Blog | 19 de out. de 2020

A revolução da automação é agora

Por Jason Kingdon
Presidente e CEO
Tempo de leitura: 4:28

Publicação original da Computer Weekly.

A IBM anunciou que vai comprar uma empresa brasileira de RPA, poucos meses depois de a Microsoft comprar uma fornecedora de RPA da Grécia, e de a SAP comprar uma funcionalidade de RPA francesa. Quem ainda não percebeu o padrão, logo vai perceber.

Todos os provedores de plataformas vão precisar oferecer automação pronta para uso com seus produtos principais, pelo simples motivo de que essa classe de produtos proporciona o maior ROI dentre todas as tecnologias para negócios já criadas. E não sou eu, da Blue Prism, quem diz isso: é a London School of Economics, é o MIT.

Considera-se que a revolução robótica na manufatura multiplicou a produtividade no século 20 cerca de 50 vezes, ou seja, no ano 2000 uma pessoa na manufatura já fazia o trabalho de 50 pessoas em 1900.

Imagine contratar 50 pessoas para cada funcionário que você tem hoje? Como o mundo seria diferente? Como você veria o seu trabalho de outra forma? Já imaginou distribuir e administrar tanto trabalho?

Uma nova forma de trabalho

A mesma revolução da automação já está bem avançada no trabalho administrativo e na indústria de serviços. O impacto será igual ao da invenção da internet: se você ainda não está vendo, já está atrasado. A mudança afeta todos os aspectos do trabalho na indústria de serviços, os tipos de serviços oferecidos e como a tecnologia será consumida. Nosso trabalho deve mudar mais nos próximos dez anos do que mudou nos últimos cem. Como vai ser?

O clichê é dizer que todos os empregos vão sumir e os humanos não terão mais o que fazer. Ou seja, é o Apocalipse (mas só depois do Brexit).

Mas não vai ser assim., pois nas empresas que já fizeram o investimento estratégico numa plataforma de automação empresarial da Blue Prism, o que vemos é um processo semelhante ao que ocorreu na manufatura: expansão dos serviços, melhoria na qualidade dos serviços, flexibilização do trabalho (tranquilidade durante o lockdown e trabalho remoto por causa da COVID-19) e, acima de tudo: velocidade e expansibilidade.

A chegada dos operadores digitais

Nosso operador digital da Blue Prism é tenta se aproximar ao máximo dos funcionários humanos. Em outras palavras: é um robô de software, uma unidade autônoma de processamento. Não é um script nem um bot — na verdade, um operador digital executa diversos scripts ou bots e comanda essas funções em larga escala, automatizando qualquer processo (que pode ou não incluir tarefas de rotina ou diagnósticos sofisticados difíceis para seres humanos, como detectar lavagem de dinheiro, KYC (conheça seu cliente) ou sinais iniciais de diabetes em exames de retina).

Como um funcionário humano, a versão da Blue Prism é treinada por um usuário comercial e, assim, o operador digital compreende o uso de qualquer ferramenta ou tecnologia de terceiros que for necessária.

Uma dúvida comum é: são sistemas inteligentes ou IA? É claro que sim. De forma bem direta. Assim como um humano, esta tecnologia busca a versatilidade, e a capacidade de usar todas as tecnologias conforme elas são disponibilizadas é fundamental. Seja por opção, necessidade ou por gosto, os operadores digitais usam qualquer algoritmo de aprendizagem por máquina ou IA, seja novo ou antigo, que seja preciso para a tarefa do momento. A ideia é que todas essas tecnologias possam ser reunidas (sem programação) conforme o que o operador digital será treinado para fazer.

Uma singularidade digital

No cerne da revolução da automação está o fato de que todos os sistemas podem operar em conjunto, utilizando os operadores digitais. Isso significa que os sistemas antigos, dos primeiros computadores às tecnologias mais recentes, agora fazem parte do escopo. A realidade das “tecnologias legadas” mudou. Tudo o que existe hoje já é legado. Ou, em nossos termos, é um componente ou ferramenta que pode ser usado.

Com isso, temos uma forma de singularidade digital, que ecoa a singularidade tecnológica (o ponto em que os humanos conseguirão criar máquinas tão inteligentes quanto nós). A singularidade digital é o ponto em que todas as tecnologias podem ser combinadas, como num prisma.

Se todos os softwares puderem funcionar juntos, imagine como a situação muda para P&D? E como as empresas vão passar a consumir tecnologia? E o ritmo de mudanças que vamos atingir? A aceleração será rápida e vertiginosa. Os vencedores, que muitas vezes serão empresas das quais você nunca ouviu falar, serão catapultados à fama, porque todo o perfil de consumo está sendo alterado e reordenado.

Veja empresas de serviços tecnológicos, como a IBM: são como gigantes em forma de middleware humano, ou um Turco (autômato jogador de xadrez construído no século XVIII). É como um assento digital numa liteira: a empresa é carregada por humanos conforme segue sua viagem, só que já estamos na era do automóvel digital. São essas áreas que vão mudar mais rápido, como a IBM já notou. As grandes empresas de serviços baseadas em humanos também parecem ultrapassadas no novo contexto, mesmo as que foram fundadas recentemente. Será preciso mudar, assim como todos os principais prestadores de serviços, e essa nova revolução vai melhorá-las. A COVID-19 e a atual crise econômica devem acelerar essas mudanças.

Devo dizer que já prevejo que qualquer processo de negócios digno desse nome (ou seja, os que devem ser repetíveis e previsíveis) pode ser automatizado. Apertem os cintos!

Tags: PERCEPÇÕES EXECUTIVAS, TENDÊNCIAS DO SETOR

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